segunda-feira, 20 de junho de 2011

CONTINUAÇÃO - A casa - Parte final

Sai do banho e ele estava converssando com um de seus amigos. Quando notou que eu já havia saido do banho se despediu de seu amigo e se aproximou. Enquanto ele se aproximava eu andava de ré, como quem foge sem a mínima vontade. Ele foi se aproximando cada vez mais até me prender na parede. Coloquei minhas mãos em seu peitoral, enquanto ele se apoiava na parade e ao mesmo tempo me impedia de fugir, como se eu tivesse alguma vontade. Perguntei a ele se já poderia me levar para casa, mas ele não respondeu, apenas me beijou.
O beijo se estendeu por um bom tempo, até que o clima esquentou. Fomos para um quarto, ele me beijou com muito mais fôlego, me jogou na cama e o beijo foi descendo pelo meu pescoço, passou entre os meus seios, desceu pela barriga até chegar na minha calça. Ele tirou a minha blusa e logo em seguida o meu sutiã. Ás vezes eu tinha vontade de barra-lo e pedir para ir com mais calma, mas a sensação era muito boa a ponto de eu tentar estragar o clima.
No fim de tudo ele olhou no fundo dos meus olhos, quase enxergando a minha alma e disse: "não posso te levar para casa", suspirei com aquela frase, mas perguntei a ele o motivo e ele respondeu: " agora o seu corpo e sua alma pertencem a mim e nada os tirará de meus braços". Imaginando que fosse uma declaração de amor, ri e suspirei apaixonada, mas retruquei dizendo a eles que deveria ir ver os meus pais pois poderiam estar preocupados, então ele me disse: " você não pertence mais aos seus pais e muito menos à aquele mundo, ontem a noite você me vendeu a sua alma e agora o seu corpo, essa casa é o inferno, sou Lúcifer e você viverá aqui comigo sobre o consumo de todos os tipos de drogas, iremos usufruir de todos os pecados, até você morrer, e aí então, partiremos juntos para a eternidade."

- A casa era velha, em mal estado, num bairro pouco povoado. Tive medo daquela casa, me parecia mais uma casa para se torturar pessoas, mas ninguém quis ouvir a minha opinião.

terça-feira, 14 de junho de 2011

CONTINUAÇÃO - A casa

Ele sentou-se do meu lado, perguntou o meu nome e a minha idade, respondi querendo transmitir indiferença, mas foi meio difícil com aquela escultura ao meu lado. Ele me disse que também era novo ali, mas que já conhecia e era bem conhecido por todos ali. Me chamou para ir conhecer a "turma" dele. Respondi que seria legal e o segui para um lugar onde ele se encontrava com os amigos, local esse que eles chamavam de cede.
A cede era meio afastada daquele bairro estranho do interior, não vou mentir, a casa era bem estranha, mas não mais do que a minha. Chegando lá me deparei com garotos estranhos, todos estavam vestidos de preto, uns fumavam, outros bebiam e alguns fumavam e bebiam. Ele me ofereceu uma bebida, temendo que ele me achasse estranha e careta aceitei. Bebi uma, duas, três, quatro, cinco vezes. Todos se divertiam e eu já estava passando da conta.
Estava completamente bêbada, as poucas coisas que me lembro é que me deitaram em uma cama e que o meu deus grego deitou do meu lado. Quando acordei, ainda estava na cama da cede e o lençol em que eu estava deitada estava ensanguentado, eu estava sem a minha roupa de baixo, minhas pernas continham marcas roxas, certamente de chupões. Rapidamente vesti a minha roupa que faltava e sai do quarto onde estava, ao sair dei de cara com o meu deus grego, que me deu bom dia. A minha cabeça girava, eu não me lembrava de nada que tinha acontecido. Perguntei pra ele as horas, ele não me respondeu apenas me mandou sentar no sofá ao seu lado. Obedeci. Ele começou a passar a mão em minhas pernas, eu fiquei sem graça e tirei-as. Ele sorriu, me ofereceu uma coisa que estava bebendo, eu agradeci e disse que não estava afim, minha cabeça doia muito. Ele balançou a cabeça em sinal de nagação e disse que eu era fraca para beber. Falou que eu precisava experimentar coisas novas. Eu confessei a ele que nunca havia bebido, ele riu e falou que quem o ensinou a beber foram os seus amigos.
Converssamos durante horas, até qe lembrei que não havia passado a noite em casa e que meus pais deveriam estar preocupados. Pedi ao lindo deus que me levasse até em casa. Ele me perguntou o que os meus pais achariam de me ver cheirando à álcool, concordei e pedi a ele para me deixar banhar ali. Ele disse que tinha um banheiro velho, em mal estado mas que dava para usar. Me levou até lá e disse que não tinha toalha, que eu teria que dar um jeito. Disse que tudo bem, que só precisava tomar um banho.
Enquanto banhava notei que o deus grego me vigiava de longe, então me veio a cabea: o que acontecera ontem a noite? Pensei em perguntar mas tive vergonha. Então resolvi deixar queto, afinal se ele tivesse tirado a minha virgindade não importava, importava apenas que havia sido com ele.
[...]
CONTINUA

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A casa

A casa era velha, em mal estado, num bairro pouco povoado. A primeira impressão que eu tive da casa? A pior que se pode pensar. Tive medo daquela casa, me parecia mais uma casa para se torturar pessoas, mas ninguém quis ouvir a minha opinião. Precisávamos nos mudar logo, já que a ameaça de morte era constante.
Meus pais eram advogados, estavam mechendo com um caso que envolvia pessoas bastante perigosas e o quanto mais podéssemos nos disfarçar em meio a sociedade, melhor. Nos mudamos o mais rápido possível. A vizinhança era estranha, com certeza 90% idosa. Os poucos jovens que habitavam ali não eram nada sociáveis.
Quando cheguei à minha nova casa, quis ir direto para o meu quarto me exilar daquele lugar de seres completamente insociáveis, vontade reprimida pela minha mãe, que me obrigou a dar uma volta pelo bairro horrendo. O tempo estava nublado e frio, a vegetação era bem vasta por ali, as pessoas quase não saiam de casa e isso me deprimia ainda mais. Caminhei pela vizinhança e sentei na calçada, até que chegaram algumas meninas perguntando se eu era a nova moradora dali, respondi que era e elas se apresentaram. Para falar a verdade, não estava muito afim de fazer amizade com as pessoas dali. Queria voltar para a minha antiga casa, lá sim eu era feliz, por isso não dei muito papo para as meninas que logo sairam dali. Me destrai ouvindo música e olhando para o asfalto até que quando olhei para cima, avistei ele.
Um deus grego, olhos azuis, cabelos loiros, pele clara, corpo malhado. Ele era perfeito. Fiquei durante algum tempo parada, apenas o observando e quando dei por mim ele estava caminhando em minha direção, minha reação não foi uma das melhores, fiquei completamente desconcertada e o meu jeito desastrada de ser veio à tona.
[...]
CONTINUA, SE VOCÊ FICOU CURIOSO PARA SABER MAIS DA HISTÓRIA, AGUARDE ;D