Sai do banho e ele estava converssando com um de seus amigos. Quando notou que eu já havia saido do banho se despediu de seu amigo e se aproximou. Enquanto ele se aproximava eu andava de ré, como quem foge sem a mínima vontade. Ele foi se aproximando cada vez mais até me prender na parede. Coloquei minhas mãos em seu peitoral, enquanto ele se apoiava na parade e ao mesmo tempo me impedia de fugir, como se eu tivesse alguma vontade. Perguntei a ele se já poderia me levar para casa, mas ele não respondeu, apenas me beijou.
O beijo se estendeu por um bom tempo, até que o clima esquentou. Fomos para um quarto, ele me beijou com muito mais fôlego, me jogou na cama e o beijo foi descendo pelo meu pescoço, passou entre os meus seios, desceu pela barriga até chegar na minha calça. Ele tirou a minha blusa e logo em seguida o meu sutiã. Ás vezes eu tinha vontade de barra-lo e pedir para ir com mais calma, mas a sensação era muito boa a ponto de eu tentar estragar o clima.
No fim de tudo ele olhou no fundo dos meus olhos, quase enxergando a minha alma e disse: "não posso te levar para casa", suspirei com aquela frase, mas perguntei a ele o motivo e ele respondeu: " agora o seu corpo e sua alma pertencem a mim e nada os tirará de meus braços". Imaginando que fosse uma declaração de amor, ri e suspirei apaixonada, mas retruquei dizendo a eles que deveria ir ver os meus pais pois poderiam estar preocupados, então ele me disse: " você não pertence mais aos seus pais e muito menos à aquele mundo, ontem a noite você me vendeu a sua alma e agora o seu corpo, essa casa é o inferno, sou Lúcifer e você viverá aqui comigo sobre o consumo de todos os tipos de drogas, iremos usufruir de todos os pecados, até você morrer, e aí então, partiremos juntos para a eternidade."
- A casa era velha, em mal estado, num bairro pouco povoado. Tive medo daquela casa, me parecia mais uma casa para se torturar pessoas, mas ninguém quis ouvir a minha opinião.
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